Sete anos após o susto em maio de 2018, o Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) divulgou o relatório final explicando a falha na decolagem: excesso de 175 kg no peso da aeronave, mau planejamento de voo e decisão tardia de abortar. Ninguém se feriu, mas o caso alerta para riscos na aviação executiva. O DJ, que viajava com 8 pessoas, escapou ileso.
Acidente em 2018
O avião, um King Air C90GT, decolava do Aeroporto de Serrinha, em Juiz de Fora (MG), quando o sistema alertou “No takeoff” – um aviso ignorado como “problema menor”. A tripulação continuou até alta velocidade, mas abortou tarde: a aeronave saiu da pista e parou em vegetação. “É possível que eles tenham internalizado uma crença de que o acendimento dessa luz estava associado a algum problema de menor relevância”, explica o relatório do Cenipa. Três passageiros embarcaram sem coordenação prévia, causando o sobrepeso.
Alok em show (Foto: reprodução/Instagram/@alok)
Relatório reforça treinamento
O relatório reforça treinamentos para alertas e planejamento – Alok, hoje pai e hitmaker, simboliza resiliência. “Foi um susto que mudou minha visão de riscos”, disse ele em entrevista de 2019.
Professora e aspirante a jornalista, Evellyn busca unir suas duas paixões: ensinar e informar. Possui experiência em supervisão editorial, redação e edição e, mais uma vez, tenta conectar dois mundos distintos, mas que fazem total sentido para quem lê e vive a informação.
