Um dos maiores nomes do fotojornalismo, Sebastião Salgado, faleceu aos 81 anos na última sexta-feira, 23 de maio. Ao longo de seis décadas, o brasileiro realizou expedições fotográficas nos cinco continentes e deixou obras relatando a sua experiência durante as expedições.
A jornalista Maria Antonieta Ribeiro, separou algumas das principais obras de Sebastião Salgado. Confira abaixo:
Amazônia – 2021
O livro é dedicado aos povos indígenas da região amazônica brasileira, onde enaltece e valoriza as culturas, costumes e línguas, além de homenagear o papel de guardiões dos recursos naturais e da biodiversidade da maior e mais importante floresta tropical.

Gênesis – 2013
Nesta obra, Sebastião documentou paisagens e pessoas que não mudaram com o passar dos anos e do desenvolvimento da modernidade. “ Minha carta de amor à terra”, assim era como Sebastião descreveu a obra.

Gold – 2019
Após anos de bloqueio pelos militares brasileiros, em 1986, Sebastião Salgado foi autorizado a visitar Serra Pelada, onde registrou imagens daquele morro na orla da floresta amazônica, as imagens consideradas extraordinárias mostram homens seminus que carregavam sacos de até 40 quilos por escadas de madeira. Salgado, registrou os corpos manchados pelo minério de ferro.

Outras Américas – 1986
Iniciando o trabalho em 1977, onde percorreu desde o litoral do Nordeste brasileiro até as montanhas do Chile, Bolívia, Peru, Equador, Guatemala e México, a obra mostra registros dos povos indígenas da América Latina.

Trabalhadores – 2024
Apresentando uma perspectiva arqueológica sobre o trabalho manual, com uma elegia às tradições e à dignidade e coragem daqueles que trabalharam diante de condições precárias e perigosas.

Êxodos – 2016
Com intuito de documentar a história da imigração humana, Sebastião passou por 35 países durante seis anos, registrou a escala da crise migratória e mostrou momentos da história individual do exílio.

Sebastião Salgado usou da fotografia para contar histórias e mostrar uma outra perspectiva de mundo, além disso, o brasileiro foi inspiração para diversos fotojornalistas.
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