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Adriane Galisteu conta que posar para Playboy mudou sua vida

Adriane Galisteu

Adriane Galisteu relembra momentos difíceis em sua carreira. (Foto: Reprodução/Instagram/@galisteuoficial)

Na quarta-feira (3), Adriane Galisteu participou do podcast Pod Falar com Tati Pilão, onde relembrou momentos difíceis da sua carreira, principalmente após a morte de Ayrton Senna, em 1994. A apresentadora recentemente reviveu sua história com o piloto de Fórmula 1 no documentário Meu Ayrton por Adriane Galisteu, da HBO.


Adriane Galisteu participa do podcast Pod Falar com Tati Pilão. (Vídeo: Reprodução/Youtube/Pod Falar com Tati Pilão)

No programa, a apresentadora conta que começou a trabalhar como modelo para ajudar nas despesas de casa: “Meu pai deixou uma aposentaria pequena, mas demoramos para conseguir. Então, o dinheiro que eu recebia como modelo era pra isso“. Alberto Galisteu morreu quando a filha tinha 15 anos. Ele enfrentava o alcoolismo após sofrer um golpe de um sócio na gráfica onde trabalhava.

Adriane Galisteu fala sobre gravações de documentário

Durante a conversa, a apresentadora abordou como foi o processo de filmagem do documentário sobre seu relacionamento com Ayrton Senna. Ela revela que as gravações foram feitas em cerca de quinze dias “Foi muito corrido. Uma pena, porque eu queria ter feito isso com um tempo muito maior, mas eu não tinha esse tempo”, lamenta.


Trailer oficial da série Meu Ayrton por Adriane Galisteu. (Vídeo: Reprodução/Youtube/HBO Max Brasil)

Adriane conta que não tinha interesse em participar do projeto: “Pra mim, essa história estava muito bem contada no Caminho das Borboletas, num livro que ficou escrito lá em 95, 94”. A apresentadora aceitou o convite após os pedidos do público, que queria “loucamente” que ela contasse seu lado da história.

A empresária explica que buscou mostrar um outro lado do piloto, apelidado de “Beco”, que na vida privada era tímido e humilde. “Então, o Beco tinha um coração enorme, ele era um cara diferente, simples, de hábito simples. Muito diferente desse glamour todo da vida da Fórmula 1, tanto que ele se apaixona por uma menina como eu, da Lapa, que tinha zero pra oferecer pra ele, a não ser uma jovialidade e uma espontaneidade”, relembra.

O ensaio nu para a Playboy e mudanças na carreira

Após a morte de Ayrton Senna, Adriane sofreu uma retalhação por parte do público. “Fui tão metralhada, que me dava a sensação de que as pessoas me tratavam como se eu fosse culpada”, contou a apresentadora. Na época, ela foi acolhida por Antônio Carlos de Almeida Braga, amigo próximo do piloto, e sua esposa Luiza.

Com a proposta para posar nua para a revista Playboy, a empresária conseguiu encaminhar sua carreira novamente. “Eles queriam fazer uma edição especial de 25 anos. Foi meu primeiro dinheiro, foi um recomeço de uma história andando com as próprias pernas”, descreveu.

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