O Ministério Público de São Paulo (MPSP) abriu inquérito para impedir o rapper, Kanye West, de cantar “Heil Hitler” ou exibir símbolos nazistas no show de 29/11 em SP. TMZ, Billboard e Complex destacam risco de prisão em flagrante, com equipe policial de prontidão. A música, lançada em maio, glorifica Adolf Hitler – e o caso explode após veto da Prefeitura a Interlagos.
Inquérito de Kanye West
O MPSP, via promotora Ana Beatriz Pereira de Souza Frontini, determinou em 13/10: prisão imediata se Kanye fizer apologia ao nazismo no palco. A vereadora Cris Monteiro (NOVO) denunciou a letra de “Heil Hitler”. Promotores Guilherme Cavalcante e Jean Fabrício Ramos também podem ser detidos. A produção busca novo local após Ricardo Nunes vetar Interlagos: “Em espaço público, ninguém faz apologia ao nazismo”.
TMZ, Billboard e The Express Tribune repercutem: “Kanye faces arrest in Brazil for Nazi praise”. A música de maio já gerou boicotes globais por antissemitismo. No Brasil, a Lei 7.716/1989 criminaliza apologia ao nazismo com até 5 anos de prisão.
Anúncio do show por Kanye West (Foto: reprodução/Instagram/@ye)
O show
Marcado para 29/11, o evento perde Interlagos por “incompatibilidade logística”, mas Nunes confirma veto ideológico. A produção diz surpresa e promete novo local. Kanye, que mudou nome para Ye, enfrenta críticas desde 2022 por posts antissemitas, perdendo parcerias como Adidas.
Se Ye cantar a música ou usar suásticas, PM de Choque age. O MPSP mantém vigilância total. O caso reacende debate sobre limites da arte vs. crime de ódio no Brasil.
Professora e aspirante a jornalista, Evellyn busca unir suas duas paixões: ensinar e informar. Possui experiência em supervisão editorial, redação e edição e, mais uma vez, tenta conectar dois mundos distintos, mas que fazem total sentido para quem lê e vive a informação.

