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MP suspeita de trabalho infantil e derruba perfil de filha de Ceará e Mirella Santos

MP suspeita de trabalho infantil e derruba perfil de filha de Ceará e Mirella Santos. Rolling Screenn

Foto destaque: Mirella Santos, Ceará e Valentina Muniz (Reprodução/Instagram/@misantosoficial)

A suspeita de trabalho infantil motivou a retirada do perfil de Valentina Muniz, de 10 anos, filha do humorista Wellington Muniz, o Ceará, e da influenciadora Mirella Santos, após decisão do Ministério Público divulgada nesta semana. A página administrada pelos pais foi derrubada por suspeita de uso comercial envolvendo a criança, o que reacendeu o debate sobre exposição de menores nas redes e levou o casal a se manifestar publicamente para explicar a situação.

Trabalho infantil e a decisão do MP

O Ministério Público determinou que o Instagram removesse o perfil da filha do humorista Ceará e da influenciadora Mirella Santos após detectar possível irregularidade relacionada ao uso da imagem da criança. A medida foi tomada a partir de denúncias que apontavam indícios de atividade publicitária disfarçada, prática que caracteriza trabalho infantil digital.


Filha de Ceará e Mirella Santos tem perfil derrubado por suspeita de trabalho infantil (Vídeo: Reprodução/Instagram/@radioeduvalefm)


Mesmo sem comprovação de que a conta gerava renda, a simples suspeita de exploração comercial já é suficiente para acionar o órgão de fiscalização. Nos últimos anos, casos envolvendo crianças influenciadoras têm se tornado mais frequentes, o que fez aumentar a vigilância sobre perfis administrados por pais ou responsáveis.

O episódio reacendeu um debate maior sobre a presença de menores em plataformas como Instagram e TikTok, riscos de exposição excessiva, e violação dos direitos da criança, temas que têm guiado decisões recentes da Justiça e do MP.

Reação dos pais

Após o perfil sair do ar, Ceará e Mirella esclareceram que nunca usaram a conta da filha para publicidade. Segundo eles, a página reunia apenas vídeos e fotos de rotina, sem parceria paga ou contrato comercial. Os dois afirmam que sempre controlaram o acesso e que a menina só postava conteúdos recreativos.

O casal também destacou que a conta existia há anos e vinha passando por instabilidades, o que acabou chamando a atenção das autoridades. Mesmo contrariados com a decisão, eles dizem respeitar o processo e aguardam orientações para tentar recuperar o perfil dentro das regras previstas.

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