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O fim de uma era: Ozzy Osbourne deixa saudade e história

Ozzy Osbourne sentado em um trono com design de criatura alada, vestindo traje preto brilhante e braços abertos em pose teatral durante apresentação.

Ozzy Osbourne para Rolling Stone UK (reprodução/Instagram/@rollingstoneuk/@rosshalfin /@ozzyosbourne)

O mundo do rock perdeu hoje um de seus maiores ícones. Ozzy Osbourne, lendário vocalista do Black Sabbath e pioneiro do heavy metal, faleceu nesta terça-feira (22), aos 76 anos, cercado pela família e pelo carinho de milhões de fãs ao redor do mundo.

Conhecido como o “Príncipe das Trevas”, Ozzy construiu uma carreira marcada por irreverência, talento e uma presença de palco inconfundível. Desde os clássicos “Paranoid” e “War Pigs” com o Black Sabbath até sucessos solo como “Crazy Train” e “No More Tears”, sua voz e atitude moldaram gerações.

Nos últimos anos, o artista enfrentava problemas de saúde relacionados ao Mal de Parkinson, diagnosticado em 2020 após complicações de uma queda. Ainda assim, manteve sua força criativa e emocional — inclusive realizando um último show histórico no dia 5 de julho, em Birmingham, ao lado da formação original do Black Sabbath.

A família divulgou um comunicado emocionado:

“É com mais tristeza do que palavras podem expressar que temos que informar que nosso querido Ozzy Osbourne faleceu esta manhã. Ele estava com sua família e cercado de amor.”



Ozzy deixa a esposa Sharon Osbourne, com quem foi casado por quatro décadas, e cinco filhos: Kelly, Jack, Aimee, Jessica e Louis.

Fãs, artistas e colegas de profissão prestaram homenagens nas redes sociais. Elton John, Jason Momoa, Paulo Ricardo e Tico Santta Cruz foram alguns dos nomes que celebraram o legado do roqueiro com mensagens de carinho e gratidão.

A música perde um dos seus titãs, mas o legado de Ozzy Osbourne permanece eterno: nos riffs, nas letras e na alma de quem vive o rock com intensidade.

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