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Relação além da F1: Verstappen comenta proximidade com Michael Schumacher

Max Verstappen

Foto destaque: Max Verstappen (Reprodução/Instagram/@verstappencom)

A trajetória de Max Verstappen na Fórmula 1 começou muito antes da estreia oficial nas pistas. Filho de Jos Verstappen, o holandês passou a infância imerso no automobilismo, acompanhando de perto a rotina das corridas. Esse convívio desde cedo fez com que ele tivesse contato direto com grandes personagens do esporte, entre eles Michael Schumacher, um dos maiores pilotos da história, com quem manteve proximidade ainda criança.

Schumacher e Verstappen: laço construído na Benetton

Schumacher dividiu equipe com Jos Verstappen na Benetton em 1994. Embora a passagem juntos tenha sido breve, a convivência extrapolou as pistas. A relação entre eles seguiu próxima, e o vínculo acabou se estendendo às famílias, que mantiveram a amizade com o passar do tempo.

“Chegamos até a passar algumas férias juntos. Eu o conhecia como ‘tio Michael’. Ele era um piloto que trabalhava incansavelmente e dava tudo de si. Para ele, só a vitória importava, não importava como fosse alcançada. Na pista, ele era — assim como eu — totalmente focado. Mas em casa, cuidava da família e dava a ela a atenção que merecia”, comentou Verstappen, em entrevista ao jornal suíço “Blick”.


Max Verstappen e Michael Schumacher (Vídeo: reprodução/Instagram/@faladrivers)

Entre títulos e simbolismos, Verstappen se aproxima do legado de Schumacher

Aos 28 anos, o #1 já ocupa um lugar de destaque na história da Fórmula 1. Dono de quatro títulos mundiais e 71 vitórias em Grandes Prêmios, o holandês deixou de ser promessa para se tornar referência no grid. No fim do ano passado, o ex-chefe da Ferrari, Maurizio Arrivabene, destacou semelhanças entre Verstappen e Michael Schumacher, apontando nele a mesma força competitiva e a capacidade de liderar e motivar todos ao seu redor.

Essa conexão simbólica também aparecerá na pista em 2026, quando o tetracampeão passará a correr com o número 3, utilizado por Schumacher na temporada de 2000. Naquele ano, o alemão conquistou o título com ampla superioridade, somando nove vitórias e encerrando um jejum de 21 anos da Ferrari no Mundial de Pilotos.

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