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Testemunhas discordam de relatório sobre morte de Diogo Jota

Diego Jota e André Silva I Reprodução/Instagram/@liverpoolfc

As duas testemunhas do acidente que vitimou Diogo Jota, e seu irmão, André Silva, apresentam versões diferentes do relatório pericial da Guarda Civil da Espanha. O documento “indica possível velocidade excessiva, acima do limite de velocidade da estrada” ao tentar realizar uma ultrapassagem na rodovia A-52, próximo à cidade de Palacios de Sanabria, na Espanha.

No entanto, dois caminhoneiros, que estavam próximos ao veículo de Jota antes do acidente, afirmaram que ele não estava em alta velocidade.

Relato das testemunhas

José Azevedo, caminhoneiro que trafegava na rodovia e que viu o veículo de Diogo Jota destaca que ele não estava em alta velocidade. “A família tem a minha palavra de que eles não estavam em alta velocidade. Eu pude ver a marca e a cor do carro quando eles passaram por mim. Eles estavam dirigindo com muita calma. Eu dirijo naquela estrada todos os dias, de segunda a sábado. Eu sei que estrada é e já vi coisas realmente ultrajantes de outros carros, mas eles estavam dirigindo com muita calma. Está escuro e, apesar disso, eu conseguia ver perfeitamente a marca e a cor do veículo. Mais tarde, infelizmente, acabou em colisão”, disse ao jornal português Correio da Manhã.

O jornal também destaca que outro caminhoneiro, amigo de José Azevedo, destacou que o veículo não andava em alta velocidade. O veículo usado por Diogo Jota era a Lamborghini Huracán, que pode chegar até 320 km/h. O carro atinge a velocidade de 100 km/h em apenas 3,2 segundos, podendo ultrapassar 600 cavalos de potência em alguns modelos.


Diego Jota e o irmão André Silva foram homenageados durante os jogos do Mundial (Foto: reprodução/Etsuo Hara/ Getty Images Embed)


O acidente

Diogo Jota, de 28 anos, e seu irmão, André Silva, de 25 anos, faleceram na última quinta-feira (3) em um acidente de trânsito em Zamora, na Espanha. A Guarda Civil da região acredita que o excesso de velocidade durante uma ultrapassagem e o estouro de um pneu levaram Diogo a perder o controle do carro, que deixou a rodovia e explodiu. Os irmãos morreram carbonizados.

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