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Cidades fictícias que marcaram a cultura pop: de Gotham a Stars Hollow

Uma boa ficção, não se resume apenas a roteiro e personagens, muitas vezes, o cenário, aquela cidade onde tudo acontece, ganha tanto protagonismo quanto os próprios personagens. Na literatura, no cinema, nas séries e nas animações, cidades fictícias inteiras foram criadas do zero, mas conquistaram o público como se fossem reais.

Cidades fictícias têm o poder de influenciar o clima da narrativa. Elas estabelecem regras próprias, atmosferas únicas e, em muitos casos, espelham aspectos da sociedade real.

Há cidades mágicas, distópicas, futuristas, amaldiçoadas, surreais, ou até mesmo ambientações fictícias simples, porém com aspectos únicos. Mas todas têm um traço em comum: são parte essencial da ficção à qual pertencem. Conheça abaixo algumas das mais marcantes.

Quando o cenário se transforma em personagem

Cidades fictícias de super-heróis: entre luz e trevas


Superman e Kripto na cidade fictícia Metrópolis (Imagem: Reprodução/TMDB)

Vilas acolhedoras e pequenas cidades pitorescas


Um passeio pelo local que foi conhecido como Stars Hollow em Gilmore Girls (Vídeo: Reprodução/Instagram/@gilmoregirls)


Capitais e metrópoles distópicas

Cidades urbanas modernas, reais no mapa, mas fictícias no enredo

Cenários fantásticos e lendários

Cidades fictícias como porta de entrada para mundos imaginários

A criação de cidades fictícias é um modo narrativo muito comum em obras de ficção, permitindo que autores e roteiristas construam mundos sob medida para suas histórias. Ao invés de se limitar a contextos reais, os criadores encontram nesses cenários a liberdade de explorar símbolos, temas sociais, dilemas morais ou atmosferas específicas com mais intensidade. 

Esses ambientes não apenas servem como pano de fundo, mas muitas vezes tornam-se personagens por si só, influenciando diretamente o comportamento e as decisões dos protagonistas. Ao exagerar ou estilizar elementos urbanos com as cidades fictícias, a ficção consegue destacar aspectos humanos universais, ampliando a conexão com o público e oferecendo novas perspectivas sobre a realidade.

A força dessas cidades fictícias está em como elas conseguem ser familiares mesmo sem existirem, reais mesmo sendo irreais, reconhecíveis mesmo quando desenhadas apenas com palavras. Afinal, quem nunca quis morar em um lugar que só existe na ficção?

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