O escritor James Patterson, considerado um dos escritores mais vendidos do mundo, posiciona sua opinião a respeito da morte da lendária atriz Marilyn Monroe. Após inúmeras investigações, lança publicamente sua mais nova obra, “Os últimos dias de Marilyn Monroe: Um thriller de crime real“.
O livro relada a história verdadeira da Marilyn Monroe e traz dados a respeito da sua morte, o mais impactante deles sendo seu possível assassinato, forçado pela imprensa como um suicídio.
Vida e morte de Marilyn Monroe
Marilyn Monroe, foi um ícone no cinema. Com poucos anos de carreira, ganhou o título de maior símbolo sexual de Hollywood em 1950. Seus cabelos loiros, personalidade única e cintura de pilão encantavam a todos. Como toda história tem um fim, a atriz teve sua vida encerrada aos 36 anos de idade, em 1962. Nunca aceita pelo público, a morte de Marilyn Monroe virou um grande mistério da cultura pop.
Overdose. Para o público, foi divulgado que Marilyn Monroe havia se suicidado com medicamentos, mas os seus fãs nunca acreditaram nessa história. Teorias da conspiração começaram a aparecer e ganharam força quando descobriram que a atriz possuia uma forte relação com a família Kennedy, Sinatra e com figuras de máfias.
Para eles, ela foi uma pessoa de confiança. Com isso, Marilyn Monroe facilmente viraria um alvo para aqueles que se sentiam ameaçados com as informações perigosas que guardava na mente.
Livro revela as investigações
O escritor James Patterson, nunca se conformou, por nunca ter entendido totalmente a história da Marilyn Monroe e principalmente por ter apenas as mínimas informações sobre a autópsia. Abrindo uma grande porta para um possível assassinato disfarçado de suicídio.
Sua mente começou a ficar agitada com os inúmeros pensamentos que chegavam sem parar, carregados de dúvidas sobre a morte da atriz. Sabia que era perigoso, mas mesmo assim se atreveu a investigar e juntar todos os dados em um livro chamado “Os últimos dias de Marilyn Monroe: um thriller de crime real”.
O livro do autor chegará nas livrarias norte-americanas no primeiro dia do mês de dezembro divulgando informações que nunca foram expostas, garantiu durante a entrevista na The Hollywood Reporter. Embora a morte de Marilyn Monroe tenha sido bastante explorada, nada nunca foi 100% esclarecido.
James Patterson relata que não sabia sobre os 11 lares adotivos que a atriz passou, sobre seu problema de fala quando era criança ou sobre o que mais atormentava sua paz, a autópsia de Marilyn Monroe.
Transformou uma entrevista “simples” aos olhos dos mais novos em um momento marcante e que se transformou em histórico ao dizer ao mundo que todos conhecem seu nome, mas não, sua vida. Ninguém a conhece de verdade e é isso que o escritor quer mostrar.
Possui um patrimônio de US$800 milhões de dólares, com mais de 250 livros que renderam 500 milhões de cópias. O mundo conhece James Patterson desde 1976, quando lançou a obra “The Thomas Berryman Number” que venceu o prêmio Edgar Award de Melhor Romance de Estreia.
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Mais de seis décadas após sua morte, Marilyn Monroe continua a despertar fascínio e mistério. Ao revisitar os últimos dias da atriz, James Patterson não apenas reacende as teorias sobre o que realmente aconteceu, mas também convida o público a olhar além do mito e enxergar a mulher por trás da lenda. Sua obra reforça que, mesmo entre ícones imortais, ainda existem histórias que permanecem sem resposta.
Estudante de jornalismo, aspirante a escrita e apaixonada por todo tipo de arte. Me vejo nos quadros, me encontro na atuação e me expresso através da escrita. Vivendo uma batalha constante de dias eufóricos e dias melancólicos, tal qual a Bella de crepúsculo! Assim como ela, tenho dificuldade em tomar decisões rápidas, eu só espero que meu rosto não copie as expressões dela também…
Não há como falar de paixões e não mencionar a minha gata, Nevasca e também o BTS – que para os mais íntimos é “meus meninos”, falo isso como se não fosse uns 10 anos mais nova que eles. Fui criada por mulheres que definitivamente foram escritas pela Tinkerbell e Rapunzel. Graças a isso, tenho infinitos hobbies e nunca estou parada, quieta em meu lugar – talvez essa informação sobre mim, não necessariamente seja por causa da minha criação e sim do meu tdah. Criar coisas novas e falar pelos cotovelos são frases que meus ouvidos escutam constantemente, e sinceramente, concordo todas às vezes. Me vejo em constante mudança e sempre entrando de cabeça em mares desconhecidos, queria trazer uma música preferida ou um filme, mas essa resposta sempre vai depender da fase que minha vida se encontra. Sempre seremos um mosaico de pessoas, coisas e lugares que passamos ou permanecemos e devido a isso tenho um enorme apego as peças que já se formaram em minha vida e anseio em conhecer as novas que se formaram e no final vão me revelar a obra que sou, ou a que eu fui. Até porque, coisas vem e se vão muito rápido. Errado não são aqueles que partem sem aviso, mas aqueles que ficam esperando um retorno. A chave da vida talvez seja exatamente essa, é ir embora sem avisar quando a situação já te mostrou que as malas estavam prontas há muito tempo. Mas também é se permitir sentir quaisquer sentimentos e receber os pedaços de ensinamento que cada um deles trazem guardados em seus bolsos. É ser como um vento. É sentir tudo, permanecer em arredores, mas entender que há um mundo todo para explorar.
Se por um acaso você entendeu minha biografia e o que passa na minha cabeça, parabéns! Você agora me conhece um pouco e sinto que seríamos ótimos amigos(a).
Sinta o vento e viva como ele, com amor, Cat.

