Em entrevista ao portal Popline na quarta-feira (17), IZA deu detalhes sobre as características da nova era de sua carreira; a cantora conta que, para a produção de seu próximo projeto, buscou se inspirar na cultura egípcia. Em junho, a artista já havia revelado que seu terceiro álbum de estúdio estava a caminho.
IZA se apresentando no Rock In Rio em 2019, no Rio de Janeiro. (Foto: Reprodução/Mauricio Santana/Getty Images)
Durante a entrevista, a cantora revelou os conceitos que servirão como base da sua nova fase: “negritude, pertencimento, ancestralidade, profecia e orgulho de ser quem se é”. Ela refletiu sobre como a história do Antigo Egito é constantemente questionada, e como o povo preto é subestimado em sua trajetória. A artista reforçou as inovações tecnológicas feitas pelos egípcios, principalmente no ramo da beleza, com laces e maquiagem, e assemelhou o país a uma “Wakanda de verdade”.
IZA divulga teaser de novo single
Com o lançamento marcado para esta quinta-feira (18), às 21h, IZA lançou um teaser do seu single duplo em seu perfil oficial do Instagram.
IZA surge em vídeo musical de Caos e Sal / Tão Bonito. (Vídeo: Reprodução/Instagram/@iza)
Intitulado Caos e Sal / Tão Bonito, a faixa reforça o conceito da nova era da cantora, ao ritmo de reggae e com um videoclipe regado pela estética egípcia. No teaser, ambientado em fundo de “pôr-do-sol” e branco, com um chão de areia, IZA aparece inicialmente vestida em um traje de rainha egípcia, todo em bege. No próximo take, a artista está coberta de acessórios e um corset dourados, uma blusa branca e calça marrom.
Com convidados especiais, IZA se apresenta no The Town 2025
O show de IZA no último dia do The Town 2025 animou o público com referências a nova fase de sua carreira e a participação de outros artistas. Além de cantar sua nova música, Caos e Sal / Tão Bonito, ao vivo pela primeira vez, a cantora trouxe Olodum, Toni Garrido e Célia Sampaio, suas inspirações na música, para o palco.
Ainda em sua entrevista ao Popline, a estrela falou sobre referência de Olodum, principalmente ao falar sobre a cultura egípcia nos anos 80, e afirmou que “o reggae tem tudo a ver com saber da onde vem, pra onde a gente vai”.
Estudante de Jornalismo, aspirante a assessora de comunicação e entusiasta em design gráfico.

