O cantor jamaicano Jimmy Cliff — ícone do reggae que ajudou a levar a música da Jamaica para o mundo — faleceu aos 81 anos em 24 de novembro de 2025, em decorrência de uma convulsão seguida de pneumonia, conforme anúncio de sua esposa Latifa Chambers.
Um legado que ultrapassou fronteiras
O cantor nasceu como James Chambers em Saint James, Jamaica, em 30 de julho de 1944. Ele iniciou sua carreira jovem, gravando em meados dos anos 60 e logo se tornou uma figura central no cenário do ska, rocksteady e reggae.
Com músicas como “Many Rivers to Cross”, “You Can Get It If You Really Want” e a atuação no filme The Harder They Come (1972), ele conquistou reconhecimento internacional. Durante décadas, Jimmy Cliff foi mais que um cantor: foi embaixador cultural da Jamaica, abrindo caminho para o reggae atingir platéias globais.
Clipe do cantor Jimmy Cliff cantando a música “Many Rivers To Cross” (Vídeo: reprodução/YouTube/@worldsgreatestmusic)
Detalhes da partida e homenagens
Segundo comunicado da esposa Latifa Chambers, Jimmy Cliff sofreu uma convulsão e depois pneumonia, vindo a falecer no hospital. Autoridades e fãs de todo o mundo prestaram tributo: o primeiro-ministro da Jamaica destacou que o cantor “contou a nossa história com honestidade e alma” e que sua música “levantou pessoas em tempos difíceis”.
Sua longa carreira rendeu-lhe prêmios, como dois Grammy, e a indução ao Rock & Roll Hall of Fame em 2010. Agora, o nome de Jimmy Cliff permanece imortalizado na música e na memória de quem foi tocado por suas letras e ritmo.
Post do cantor Jimmy Cliff nas suas redes sociais (Foto: reprodução/Instagram/@jimmycliff)
No fim, Jimmy Cliff deixou ao mundo mais do que reggae: deixou uma bússola. Em cada verso, ele ensinou que a esperança resiste, que a luta vale a pena e que nenhum caminho impossível permanece de pé diante de quem insiste. Agora, enquanto o silêncio toma o lugar de sua voz, ecoa aquilo que ele próprio cantou — não como consolo, mas como legado: “You can get it if you really want.”
Uma frase que, hoje, soa menos como música e mais como testamento.

Estudante de jornalismo, aspirante a escrita e apaixonada por todo tipo de arte. Me vejo nos quadros, me encontro na atuação e me expresso através da escrita. Vivendo uma batalha constante de dias eufóricos e dias melancólicos, tal qual a Bella de crepúsculo! Assim como ela, tenho dificuldade em tomar decisões rápidas, eu só espero que meu rosto não copie as expressões dela também…
Não há como falar de paixões e não mencionar a minha gata, Nevasca e também o BTS – que para os mais íntimos é “meus meninos”, falo isso como se não fosse uns 10 anos mais nova que eles. Fui criada por mulheres que definitivamente foram escritas pela Tinkerbell e Rapunzel. Graças a isso, tenho infinitos hobbies e nunca estou parada, quieta em meu lugar – talvez essa informação sobre mim, não necessariamente seja por causa da minha criação e sim do meu tdah. Criar coisas novas e falar pelos cotovelos são frases que meus ouvidos escutam constantemente, e sinceramente, concordo todas às vezes. Me vejo em constante mudança e sempre entrando de cabeça em mares desconhecidos, queria trazer uma música preferida ou um filme, mas essa resposta sempre vai depender da fase que minha vida se encontra. Sempre seremos um mosaico de pessoas, coisas e lugares que passamos ou permanecemos e devido a isso tenho um enorme apego as peças que já se formaram em minha vida e anseio em conhecer as novas que se formaram e no final vão me revelar a obra que sou, ou a que eu fui. Até porque, coisas vem e se vão muito rápido. Errado não são aqueles que partem sem aviso, mas aqueles que ficam esperando um retorno. A chave da vida talvez seja exatamente essa, é ir embora sem avisar quando a situação já te mostrou que as malas estavam prontas há muito tempo. Mas também é se permitir sentir quaisquer sentimentos e receber os pedaços de ensinamento que cada um deles trazem guardados em seus bolsos. É ser como um vento. É sentir tudo, permanecer em arredores, mas entender que há um mundo todo para explorar.
Se por um acaso você entendeu minha biografia e o que passa na minha cabeça, parabéns! Você agora me conhece um pouco e sinto que seríamos ótimos amigos(a).
Sinta o vento e viva como ele, com amor, Cat.
