Chuvas no Rio Grande do Sul já causam três mortes e deixa uma pessoa desaparecida

Chuvas no Rio Grande do Sul já causam três mortes e deixa uma pessoa desaparecida Foto destaque: Chuvas no Rio Grande do Sul (Reprodução/ Instagram/@taschetto_alvaro)

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul confirmou desta quinta-feira (20), a terceira morte em consequência das intensas chuvas que assolam o estado desde o início da semana. Além disso, há uma pessoa desaparecida, o marido da segunda vítima fatal, enquanto centenas continuam desalojados ou abrigados.

A última vítima foi Mauro Perfeito da Silva, de 72 anos, cuja vida foi ceifada quando uma árvore caiu sobre seu carro na Avenida Rubem Berta, em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A filha dele, de 37 anos, estava no veículo e sobreviveu com ferimentos leves.

Vítimas das enchentes no RS

As outras vítimas incluem Geneci da Rosa, de 54 anos, que morreu em Candelária após o carro ser levado pela correnteza. O marido dela, de 65 anos, permanece desaparecido. Também morreu um jovem de 22 anos em Nova Petrópolis, cuja vítima fatal ocorreu quando o veículo que conduzia foi arrastado pelas águas.

As chuvas extremas afetaram 98 municípios, com cerca de 4 011 pessoas desalojadas e 2 005 abrigadas. A prefeitura de Jaguari declarou estado de calamidade, após o rio Jaguari atingir níveis 12,8 metros acima do normal, isolando bairros e prejudicando cerca de 300 famílias. Outras cinco cidades também enfrentam situação de emergência.


Chuvas intensas no Rio Grande do Sul (Vídeo: reprodução/Instagram/@jornaldaglobo)


Ajuda externa

O governador Eduardo Leite reuniu-se com 30 prefeitos e anunciou um pacote de R$ 60 milhões em apoio: R$ 30 milhões para recuperação de rodovias pelo DAER e outros R$ 30 milhões via Defesa Civil com R$ 100 mil iniciais para cada município em estado de emergência.

Apesar de o nível do Guaíba em Porto Alegre estar abaixo da cota de alagamento (2,26 m, contra 2,30 m). Há alerta para possíveis inundações nos rios Jacuí, Ibicuí e Uruguai.

Especialistas recomendam que a população em áreas de risco permaneça atenta, evite atravessar pontos alagados e acompanhe as orientações das autoridades. Os próximos dias serão decisivos para o retorno à normalidade, ao passo que as equipes de resgate e reparo intensificam a atuação em estradas, pontes e áreas urbanas afetadas.

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