Na madrugada de 13 de junho, Israel realizou uma série de ataques aéreos no Irã, batizada internamente como Operação Rising Lion, visando instalações nucleares, militares e figuras-chave do regime iraniano. As explosões foram ouvidas em Teerã e em locais próximos ao centro de enriquecimento de Urânio em Natanz.
Fontes oficiais israelenses confirmaram que o ataque tinha como alvo a liderança militar e cientistas envolvidos no programa nuclear iraniano. Entre os mortos estariam o comandante da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e o general Mohammad Bagheri, além de pelo menos seis cientistas nucleares. A operação teria envolvido dezenas de caças e drones tecnologias avançadas para garantir máxima precisão à ofensiva.
Natanyahu se pronuncia sobre ataque no Irã (Foto: reprodução/Instagram/@portalg1)
Retaliação imediata e atmosfera de medo
Em resposta, o Irã disparou mais de 100 drones e mísseis contra alvos israelenses, muitos sendo neutralizados pelo sistema de defesa de Israel. O governo iraniano afirmou que o ataque equivale a uma declaração de guerra, prometendo retaliações severas. Internamente, população só pôde ouvir explosões e corrilho relatos de danos, especialmente nas regiões residenciais, aumentando o clima de pânico .
Reações internacionais do conflito
O ataque desencadeou preocupação global. A ONU avalia convocar o Conselho de Segurança, enquanto países como Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e Turquia pedem contenção . Os EUA afirmaram não terem participado diretamente das ações, mas elevaram a proteção de suas tropas no Oriente Médio. O presidente Trump, informado sobre o ataque, declarou que ainda há espaço para um acordo diplomático e pediu cautela diplomática .
Escalada da guerra entre Israel e Irã
Especialistas alertam que a ofensiva marca uma das ações militares mais agressivas de Israel contra o Irã em décadas, comparável apenas ao tipo de escalada inédita vista desde a guerra Irã-Iraque . A precisão dos ataques pode enfraquecer temporariamente o programa nuclear iraniano, mas, conforme analistas, a expertise técnica do país é ampla demais para uma paralisação completa .
O mundo permanece em alerta: o próximo passo de Teerã será decisivo para entender se o confronto evolui para um conflito direto de larga escala ou volta aos moldes de guerra por procuração.
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