Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (28) uma recompensa de até US$ 25 milhões (cerca de R$ 140 milhões) por informações que levem à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A medida faz parte de uma ação da DEA (Agência Antidrogas dos EUA), que acusa Maduro de envolvimento em narcoterrorismo e de liderar o chamado Cartel de Los Soles.
O anúncio foi feito no site oficial da agência americana, que também oferece recompensas por outros integrantes do alto escalão do governo venezuelano, como Diosdado Cabello e Vladimir Padrino López.
Nicolás Maduro é acusado de conspiração
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está sendo acusado pelos Estados Unidos de envolvimento direto em conspiração com o narcoterrorismo, além de participação em operações de importação de cocaína para território americano. As acusações incluem ainda o uso e transporte de armas de destruição com o objetivo de facilitar crimes relacionados ao tráfico internacional de drogas.
Segundo comunicado da DEA (Agência Antidrogas dos EUA), Maduro seria uma figura central no chamado Cartel de Los Soles, um esquema criminoso que envolveria membros das Forças Armadas e altos funcionários do governo venezuelano.
EUA não reconhecem Nicolás Maduro como presidente da Venezuela
O governo dos Estados Unidos declarou oficialmente que Nicolás Maduro não é o presidente legítimo da Venezuela. Em nota divulgada neste domingo (28), o Departamento de Estado norte-americano afirmou que o regime de Maduro é ilegítimo e que os EUA continuarão a apoiar esforços por uma transição democrática no país.
O comunicado, assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio, reforça a posição americana de que as eleições venezuelanas não foram livres nem justas. Washington reconhece a oposição venezuelana como legítima representante do povo, defendendo a restauração da democracia e o fim do autoritarismo no país sul-americano.
A nota também cita as ações do regime chavista contra opositores, a repressão sistemática e as violações dos direitos humanos, ampliando a pressão internacional sobre Maduro.
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