A defesa do general Paulo Sérgio afirmou que ele tentou dissuadir o ex-presidente Jair Bolsonaro de adotar medidas de tentativas golpistas. Segundo os advogados, o general teria buscado impedir qualquer ação que pudesse comprometer a legalidade e a ordem democrática no país.
De acordo com a defesa, Paulo Sérgio tentou convencer Bolsonaro a não tomar decisões ilegais, atuando como um contrapeso para evitar ações que pudessem colocar em risco instituições e processos democráticos. A alegação reforça a narrativa de que o general agiu dentro dos limites legais e buscou preservar a Constituição.
General Paulo Sérgio buscou prevenir adesão militar a manifestações
Segundo a defesa, o general Paulo Sérgio tinha receio de que autoridades do alto escalão militar se envolvessem nas manifestações públicas contra o resultado das eleições. Preocupado com os riscos de instabilidade e possíveis ações ilegais, ele teria convocado uma reunião estratégica com membros da cúpula militar, com o objetivo de prevenir qualquer participação que pudesse comprometer a legalidade e a ordem democrática.
Defesa do General Paulo Sérgio (Vídeo: reprodução/Instagram/@portalg1)
“O receio do general Paulo Sérgio [era] com alguma liderança militar, levantasse o braço e rompesse“, disse.
O advogado também defendeu que o general não fazia parte de uma organização criminosa.
A defesa afirma que, nessa reunião, o general reiterou a necessidade de manter o respeito às instituições e à Constituição, reforçando seu papel como elemento de contenção diante de possíveis ações que poderiam descumprir a lei.

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