Professora é presa em Cabo Frio após denúncias de maus-tratos em creche

Professora é presa em Cabo Frio após denúncias de maus-tratos em creche Foto destaque: Professora presa por maus-tratos (Reprodução/G1)

Uma professora da rede municipal de ensino de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, foi presa por maus-tratos a crianças de 3 e 4 anos em uma creche da cidade. A prisão aconteceu após a divulgação de vídeos que mostram a educadora tratando as crianças de forma agressiva dentro da sala de aula.

Nas imagens que circularam nas redes sociais, a professora aparece puxando e empurrando alunos enquanto realiza atividades em sala. Os vídeos foram encaminhados à Polícia Civil, que abriu um inquérito para investigar o caso.

Polícia confirma prisão em flagrante

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, os vídeos foram feitos após denúncias de pais sobre o comportamento agressivo da professora, o que motivou outras funcionárias a registrarem os episódios com o celular.

A professora foi levada para a delegacia da cidade, autuada em flagrante e transferida para o sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. O inquérito segue em sigilo.

A prisão gerou revolta entre pais e responsáveis dos alunos da creche, que foram até o local em busca de informações. Muitos afirmaram estar indignados com a atitude da professora e cobraram uma fiscalização mais rigorosa dentro das escolas municipais.


Professora é presa por maus-tratos em creche (Vídeo: reprodução/YouTube/SBT Brasil)

Prefeitura de Cabo Frio afasta professora e emite nota

A Prefeitura local informou, em nota, que a professora foi afastada imediatamente de suas funções após a denúncia.

A Secretaria de Educação afirmou que repudia qualquer ato de violência contra crianças e que está colaborando com as investigações.

O município também informou que está oferecendo apoio psicológico e pedagógico às vítimas e às famílias, e que continuará acompanhando o caso.

Investigação continua

A Polícia Civil segue colhendo depoimentos de outros funcionários e analisando novas imagens de câmeras internas da unidade. O caso será encaminhado ao Ministério Público, que deve acompanhar o processo.

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