STF declara “trânsito em julgado” da condenação de Carla Zambelli

STF declara "trânsito em julgado" da condenação de Carla Zambelli Foto destaque: Carla Zambelli (Reprodução/ Lula Marques/ Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) declarou o trânsito em julgado da condenação da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma. A condenação se refere ao episódio de 2022, quando a parlamentar perseguiu um homem armada em São Paulo.

Em agosto deste ano, o STF havia condenado Zambelli a 5 anos e 3 meses de prisão. Com a decisão transitada em julgado, a deputada não pode mais recorrer e a pena já pode ser executada.

Essa é a segunda condenação da parlamentar no STF. Zambelli também foi condenada a 10 anos de prisão por invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e alteração de documentos oficiais, consolidando seu histórico de processos judiciais de grande repercussão.


Carla Zambelli não pode mais recorrer (Vídeo: reprodução/Youtube/portalG1)

Consequências e situação da parlamentar

Carla Zambelli já não pode usar recursos para atrasar ou anular a pena. O STF também determinou a cassação do seu mandato, medida que está em análise pela Câmara dos Deputados. Além disso, a parlamentar encontra‑se na Itália, detida, e aguarda a decisão de extradição ao Brasil.

No caso da perseguição armada, a deputada Carla Zambelli (PL-SP) foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto deste ano, por 9 votos a 2.


Carla Zambelli armada perseguindo homem (Foto: reprodução/Jornal Nacional)

Carla Zambelli não pode mais recorrer

Com o fim das possibilidades de recurso, o STF declarou o trânsito em julgado da condenação, tornando a pena definitiva e passível de execução imediata.

O episódio ocorreu em outubro de 2022, na véspera do segundo turno das eleições presidenciais, quando Zambelli foi flagrada perseguindo um homem armada nas ruas de São Paulo. A ação foi alvo de denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e resultou na condenação da parlamentar.

Deixe um comentário

Para Cima