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Tarcísio de Freitas critica Alexandre de Moraes em ato de 7 de Setembro

Governador Tarcísio de Freitas critica Alexandre de Moraes em ato de 7 de Setembro

Foto destaque: Tarcísio de Freitas na Avenida Paulista (Reprodução/AFP/BBC News)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante manifestação neste domingo (7), na Avenida Paulista, em São Paulo, organizada por grupos conservadores e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ato de 7 de Setembro

O ato de 7 de setembro de 2025 foi uma manifestação convocada por grupos conservadores na Avenida Paulista, centrada em críticas ao STF e na defesa da anistia a réus do 8 de janeiro, com forte discurso contra Alexandre de Moraes e apelo por apoio ao ex-presidente Bolsonaro.


Tarcísio de Freitas na Paulista (Vídeo: reprodução/Youtube/Metrópoles)

Durante o evento, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez duras críticas ao ministro do Supremo e pediu publicamente a devolução do passaporte e do caderno de sermões do pastor Silas Malafaia, apreendidos por ordem de Moraes em agosto de 2025.

Tarcísio de Freitas ainda classificou a decisão como tirania e afirmou que não era justo tomar os bens do líder religioso.

Apreensão dos bens de Silas Malafaia

A apreensão do passaporte e do caderno de sermões de Silas Malafaia, que aconteceu durante uma operação da Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.

A ação fez parte de um inquérito conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que investiga a disseminação de informações falsas, conhecidas como fake news, ligadas a ataques a autoridades e instituições.

O pastor reagiu à medida dizendo que se tratava de uma perseguição religiosa, alegando que o objetivo era impedir o livre exercício de sua função como líder evangélico.

O episódio ganhou repercussão nacional e passou a simbolizar as tensões entre líderes políticos e religiosos alinhados ao bolsonarismo e o Supremo Tribunal Federal, refletindo o conflito entre manifestações conservadoras e decisões judiciais em processos relacionados à política brasileira.

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