CSA x Vasco: 0x0 no Rei Pelé mantém tudo em aberto nas oitavas da Copa do Brasil

Jogadores do Vasco da Gama (reprodução: Pedro Vilela/Getty Images embed) Jogadores do Vasco da Gama (reprodução: Pedro Vilela/Getty Images embed)

O confronto entre CSA x Vasco, disputado nesta quarta‑feira (30 de julho de 2025), terminou empatado em 0 a 0 no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Sem gols, com marcação forte e oportunidades limitadas, a igualdade reflete o equilíbrio entre as equipes e a necessidade de decisão no jogo de volta, em São Januário.


Foto do Time do CSA (reprodução: Instagram/@csaoficial)


Primeiro ato: pressão alagoana, Vasco se fecha

O CSA, comandado pelo técnico Márcio Fernandes, entrou em campo com o desejo de mandar no duelo desde os primeiros minutos. Com o apoio da torcida e o mando de campo, o Azulão buscou pressão ofensiva e verticalidade com os atacantes Camacho, Rayan Rocha e Tiago Marques — mas encontrou dificuldades para furar a retranca cruz‑maltina.

O Vasco, por sua vez, se posicionou com bloco médio, apostando nos contra‑ataques puxados por Nuno Moreira, Brayann e Paulo Coutinho. A equipe carioca equilibrava as disputas no meio-campo e priorizou segurança defensiva, errando poucos passes e reduzindo os espaços do CSA.

Estatísticas gerais da partida entre CSA x Vasco

Conforme levantamento disponível em plataformas de estatísticas:

  • Placar final: CSA 0 x 0 Vasco
  • Histórico recente das equipes: CSA teve 4 jogos com média de 2,50 gols e Vasco média de 2,00 por partida nas fases anteriores da Copa do Brasil.

Retrospecto: clássico equilibrado e história parelha

Este confronto marca a 14ª vez que CSA e Vasco duelam, somando 13 partidas oficiais em campeonatos nacionais e da Copa do Brasil ([turn0search3]). O retrospecto mostra total equilíbrio:

  • CSA: 4 vitórias
  • Vasco: 4 vitórias
  • Empates: 5
    Além disso, o saldo de gols está favorável ao Vasco — 21 a 15 —, embora a paridade seja evidente no histórico recente.

Nas três edições anteriores da Copa do Brasil em que se enfrentaram (1992 e 2002), o CSA eliminou o Vasco duas vezes e vice-versa em uma delas, reforçando a imprevisibilidade do duelo.

Postura tática e chances criadas entre CSA x Vasco

O primeiro tempo teve maior iniciativa do CSA, com finalizações de Rayan Rocha e Camacho, mas sem pontaria ou qualidade técnica decisiva. Por outro lado, o Vasco respondeu com atletas velozes como Nuno Moreira e reviveu perigo nos minutos finais da etapa inicial.

Na volta do intervalo, Vasco manteve postura fechada e trocou o meio-campo com a entrada de Hugo Moura para reforçar o setor defensivo. O CSA aumentou a intensidade na busca por um gol, mas esbarrou nas decisões da arbitragem e na compactação cruz‑maltina. O VAR chegou a revisar um possível pênalti a favor do Azulão, mas nada foi marcado.

Declarações e clima pós-jogo de CSA x Vasco

Após o apito final, os técnicos destacaram os objetivos de suas equipes:

  • Márcio Fernandes (CSA):Era importante não perder em casa. A equipe mostrou entrega e buscou o resultado. Vamos em busca da classificação na volta.
  • Fernando Diniz (Vasco):Empatar fora com o CSA não é ruim. Agora, precisamos propor o jogo em São Januário com mais intensidade ofensiva.

Jogo de volta: tudo em aberto para CSA x Vasco

O empate deixará a decisão aberta para o confronto de volta, previsto para o dia 6 de agosto, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. Quem vencer avança às quartas de final — se houver novo empate sem gols, a vaga será decidida nos pênaltis.

O Vasco entra em campo com a pressão e o favoritismo do mando de campo, enquanto o CSA busca surpreender mesmo atuando fora de casa.

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