Aos 55 anos, Huck revelou em entrevista à Revista Cidade Jardim, na edição de 70 anos, que ainda pensa em disputar o Palácio do Planalto. Motivado por quase três décadas viajando pelo Brasil e conhecendo de perto as dores do povo, ele vê a política como uma “construção coletiva” para reduzir desigualdades, sem vaidade pessoal. Ao lado da esposa Angélica, Huck respondeu a perguntas de famosos como Ana Maria Braga e Regina Casé, reacendendo o debate sobre sua entrada na arena política.
A reflexão de Huck
Em um papo descontraído com colegas da TV, Huck abriu o jogo sobre a presidência. “Depois de quase três décadas rodando esse país de ponta a ponta, vendo de perto nossos problemas e tendo o privilégio de entrar na casa das pessoas, ouvir suas conquistas e dificuldades, seria muito egoísmo me preocupar só com o bem-estar da minha família e não pensar no resto”, desabafou ele.
Para o apresentador do Domingão com Huck, a Presidência não é um “sonho individual”, mas uma resposta a um anseio nacional: “O desejo de mudança não é só meu, é de todo um país. Não tenho vaidade de protagonista, mas gostaria que a minha geração, lá no futuro, tivesse contribuído para um país menos desigual e que gere oportunidades para todos”.
Angélica e o papel da Primeira-Dama
Angélica, parceira de Huck há anos, também opinou sobre Luciano e a presidência. Ela imagina o cargo de primeira-dama como uma “ponte afetiva” com a sociedade, focando em empatia para temas como educação, família, saúde mental e igualdade. “Seria uma forma de promover conexões mais humanas na política”, disse ela, destacando o potencial de uma abordagem mais sensível e inclusiva.
Luciano Huck e Angélica (Foto: reprodução/Instagram/@hugogloss)
Contexto político de Luciano
Huck flerta com a política há anos, desde o movimento RenovaBR e críticas ao sistema. Em 2022, ele descartou candidatura para apoiar Lula, mas em 2025, com o Brasil polarizado e debates sobre renovação, o nome dele volta à tona. A entrevista na Cidade Jardim, com perguntas de Ana Maria Braga, Pedro Bial, Taís Araújo, Regina Casé e Sabrina Sato, reforça sua imagem como ponte entre entretenimento e engajamento social.
Sem data marcada, Luciano Huck depende de construções coletivas, como ele mesmo diz. Enquanto isso, Huck segue na Globo com seu programa dominical, equilibrando telas e causas sociais.
Professora e aspirante a jornalista, Evellyn busca unir suas duas paixões: ensinar e informar. Possui experiência em supervisão editorial, redação e edição e, mais uma vez, tenta conectar dois mundos distintos, mas que fazem total sentido para quem lê e vive a informação.

