O confronto entre CSA x Vasco, disputado nesta quarta‑feira (30 de julho de 2025), terminou empatado em 0 a 0 no Estádio Rei Pelé, em Maceió, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Sem gols, com marcação forte e oportunidades limitadas, a igualdade reflete o equilíbrio entre as equipes e a necessidade de decisão no jogo de volta, em São Januário.
Foto do Time do CSA (reprodução: Instagram/@csaoficial)
Primeiro ato: pressão alagoana, Vasco se fecha
O CSA, comandado pelo técnico Márcio Fernandes, entrou em campo com o desejo de mandar no duelo desde os primeiros minutos. Com o apoio da torcida e o mando de campo, o Azulão buscou pressão ofensiva e verticalidade com os atacantes Camacho, Rayan Rocha e Tiago Marques — mas encontrou dificuldades para furar a retranca cruz‑maltina.
O Vasco, por sua vez, se posicionou com bloco médio, apostando nos contra‑ataques puxados por Nuno Moreira, Brayann e Paulo Coutinho. A equipe carioca equilibrava as disputas no meio-campo e priorizou segurança defensiva, errando poucos passes e reduzindo os espaços do CSA.
Estatísticas gerais da partida entre CSA x Vasco
Conforme levantamento disponível em plataformas de estatísticas:
- Placar final: CSA 0 x 0 Vasco
- Histórico recente das equipes: CSA teve 4 jogos com média de 2,50 gols e Vasco média de 2,00 por partida nas fases anteriores da Copa do Brasil.
Retrospecto: clássico equilibrado e história parelha
Este confronto marca a 14ª vez que CSA e Vasco duelam, somando 13 partidas oficiais em campeonatos nacionais e da Copa do Brasil ([turn0search3]). O retrospecto mostra total equilíbrio:
- CSA: 4 vitórias
- Vasco: 4 vitórias
- Empates: 5
Além disso, o saldo de gols está favorável ao Vasco — 21 a 15 —, embora a paridade seja evidente no histórico recente.
Nas três edições anteriores da Copa do Brasil em que se enfrentaram (1992 e 2002), o CSA eliminou o Vasco duas vezes e vice-versa em uma delas, reforçando a imprevisibilidade do duelo.
Postura tática e chances criadas entre CSA x Vasco
O primeiro tempo teve maior iniciativa do CSA, com finalizações de Rayan Rocha e Camacho, mas sem pontaria ou qualidade técnica decisiva. Por outro lado, o Vasco respondeu com atletas velozes como Nuno Moreira e reviveu perigo nos minutos finais da etapa inicial.
Na volta do intervalo, Vasco manteve postura fechada e trocou o meio-campo com a entrada de Hugo Moura para reforçar o setor defensivo. O CSA aumentou a intensidade na busca por um gol, mas esbarrou nas decisões da arbitragem e na compactação cruz‑maltina. O VAR chegou a revisar um possível pênalti a favor do Azulão, mas nada foi marcado.
Declarações e clima pós-jogo de CSA x Vasco
Após o apito final, os técnicos destacaram os objetivos de suas equipes:
- Márcio Fernandes (CSA): “Era importante não perder em casa. A equipe mostrou entrega e buscou o resultado. Vamos em busca da classificação na volta.“
- Fernando Diniz (Vasco): “Empatar fora com o CSA não é ruim. Agora, precisamos propor o jogo em São Januário com mais intensidade ofensiva.“
Jogo de volta: tudo em aberto para CSA x Vasco
O empate deixará a decisão aberta para o confronto de volta, previsto para o dia 6 de agosto, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. Quem vencer avança às quartas de final — se houver novo empate sem gols, a vaga será decidida nos pênaltis.
O Vasco entra em campo com a pressão e o favoritismo do mando de campo, enquanto o CSA busca surpreender mesmo atuando fora de casa.
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